MEDO.
Palavra forte. Difícil.
Palavra que assusta. Pior, palavra que contagia!
Todos temos medo em algum momento da vida. Ou em vários momentos.
Queremos extrair os dentes do ciso sem sentir dor alguma...
Queremos viver sem perder ninguém que nos é importante...
Queremos alncancar nossos todos os desejos livre de todos os males e de todas as dificuldades...
Queremos o impossível. E nesta busca, nos impedimos de viver o que é possível...
Aí, alguem passa por uma experiência e fala da dor, do trauma, das sensações e isso passa como um telefone sem fio até chegar aos nossos ouvidos. E algo que era do tamanho de uma formiga, passa a ter a sompra do tanamho de um elefante...
Passamos a viver com o fantasma do medo, que se transforma em pavor e as decisões são adiadas.
A história única percorre o mundo... (não deixem de assistir ao belíssimo vídeo O Perigo da História Única: http://www.ted.com/talks/lang/pt/chimamanda_adichie_the_danger_of_a_single_story.html)
MAS, muitas vezes, em algum momento das nossas vidas será preciso enfrentar o pavor.
E aí nos surpreendemos. Porque a sombra de elefante que nos acompanhou por dias, meses ou anos desaparece. Fica a nossa experiência. Única. Singular. Impossível de ser igual a de qualquer outra pessoa...
Todas as vezes que enfrentei os meus medos, depois me dei conta de que o fantasma era menor do que o desafio a ser enfrentado.
Uma das minhas resoluções para 2013 - e para os anos seguintes: enfentar os desafios e não mais deixar que a formiguinha passe a me aterrorizar com a sombra de um elefante...
Dedico este post ao Ezio, à Aline e à Martha, que são essenciais na minha vida.
E a imagem do post, dedico à Paola, pela Dica de Capital Cultural compartilhada há anos atras em uma das nossas aulas.
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terça-feira, 11 de dezembro de 2012
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